quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

INSCRIÇÃO NO PSD



Inscrição no PSD

10/12/2015

Depois de anos a avivar incúrias e apresentar sugestões, num percurso solitário que rejubila a minha consciência, resolvi quebrar o pecado em coerência com as posições assumidas.

Inscrevi-me no Partido Social Democrata, no passado mês de Março, com o patrocínio do Senhor Professor Marcelo Rebelo de Sousa.

No plano local, as insígnias do PSD ganham traça no baú e a esmagadora maioria da população desconhece-lhe a morada. Ao contrário desta sonegação, retrógrada, urge pôr termo à apatia para o Partido crescer e para a Nossa Terra enveredar por um rumo promissor.

No plano nacional, a oposição incaracterística quebrou a tradição de 40 anos de democracia e alterou a história constitucional. Atendendo aos enredos que se seguirão, é preciso muscular a militância.

Por estas e outras razões, reitero o apelo aos simpatizantes social-democratas do concelho, mormente aos jovens que ambicionam um futuro melhor, para ganharem o arrojo de se filiar e também se empenharem nestas causas. 

Juntos, para ajudar Albufeira!

Abraço fraterno,   


Henrique Coelho

PROTOCOLO ENTRE PSD E ASD



Protocolo entre PSD e ASD (Academia do Poder Local)

07/12/2015

Terei sido, talvez, dos primeiros a falar sobre a necessidade dos autarcas, depois de eleitos, receberem formação adequada à especificidade dos territórios que têm de gerir. Isto pode ser lido na carta que dirigi ao Senhor Governador Civil de Faro, em Maio de 1994. (blogue: www.albufeiranocoracao.blogspot.pt)

No início deste ano, 21 anos depois, li num Semanário de referência nacional que o PSD também tinha detectado essa necessidade.

Apesar de achar que há vontade para melhorar, o protocolo em epígrafe merece ser analisado:

1-    Não contempla a necessidade de dinamizar as Secções Concelhias do PSD. Neste contexto, tornou-se notória a sonegação, a nível local, e é evidente o desinteresse de convidar novos militantes, para o “feudo” ser mantido, apenas, para alguns.

2-    Não aborda a vantagem de haver diferentes listas, aquando da eleição para os órgãos locais do Partido, num processo que seja transparente.

3-    Inclui formação para potenciais candidatos, quando esta devia ser específica e dirigida, apenas, aos autarcas eleitos.

A escolha de candidatos para receber formação, com base em critérios duvidosos, pode criar atletas de fundo, para ganhar eleições, mas limita o escrutínio democrático de potenciais capacidades e atrofia o processo que devia produzir melhor gestão autárquica.

ILUMINAÇÃO PÚBLICA DE ALBUFEIRA



Iluminação Pública de Albufeira

05/12/2015

Há tempos a iluminação da cidade dava-se quando as ruas ficavam completamente às escuras. Apesar de se perceber a intenção, havia exagero.

Agora, acontece exactamente o contrário. Mormente a rua 1º. De Dezembro liga cedo e desliga tarde, em relação às necessidades.


Este desacerto será inerente ao desafogo financeiro. Porém, era melhor haver rigor em qualquer condição financeira.   

ACHADO ARQUEOLÓGICO EM ALBUFEIRA



Achado Arqueológico em Albufeira

04/12/2015

Para quando a retoma e conclusão dos trabalhos inerentes ao achado em epigrafe, na Praça da República.

Desde a última vez que abordei este assunto no Jornal Notícias de Albufeira, há mais de 5 anos, não aconteceu nada.

É estranho que as entidades com responsabilidades nesta matéria teimem em manter uma situação que desagrada os albufeirenses, transmite má imagem aos visitantes, e não dignifica a cidade. 


sábado, 28 de novembro de 2015

CHEIA DE ALBUFEIRA 4

Cheia de Albufeira

20/11/2015

A sessão de esclarecimento de ontem à tarde no Auditório Municipal de Albufeira, alusiva aos danos causados pela ocorrência em epígrafe, a meu ver, redundou em confusão e perda de tempo.

O Governo já havia tomado conhecimento dos estragos, através do Senhor Ministro da Administração Interna, e deliberou criar três linhas de ajuda para as vítimas da intempérie.

A Autarquia, por sua vez, de acordo com a informação do seu presidente, também nomeou uma Comissão de Emergência para apoiar os munícipes nas questões burocráticas, encaminhar os pedidos de ajuda e respectivos documentos comprovativos.

A intempérie não atingiu, apenas, as actividades turísticas. Todas as situações foram, certamente, identificadas e estarão a ser tratadas quer através das seguradoras quer do referido pacote das ajudas do Governo.

Neste contexto não me pareceu oportuno o protagonismo de uma associação empresarial, no espaço autárquico, para serem apresentados os contornos do programa de financiamento de projectos turísticos apoiados pelo Turismo de Portugal.

Sou de opinião que a Autarquia reveja os acordos da cooperação bilateral, sob pena de se deixar subordinar a organizações externas e comprometer a autonomia e a sua independência.    

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

ÉPOCA BALNEAR

Época Balnear

18/11/2015

Faz hoje um mês que a época balnear encerrou, oficialmente, em Albufeira e o tempo é o que se vê. Sol radiante, água do mar a 19ºc e a temperatura do ar a rondar os 23 graus centígrados.

Há dias, um turista irlandês que resolveu se banhar no mar da Praia do Peneco apareceu a boiar sem vida. Terá sido morte natural. Porém, nas praias vigiadas são evitadas muitas desgraças como a que aconteceu a este turista que não veio a Albufeira para visitar monumentos.

Veja o que publiquei no blogue: www.albufeiranocoracao.blogspot.pt, na última vez que abordei este assunto, em Março de 2015      

Período da Época Balnear.

“O Senhor Presidente da Câmara, acompanhado de outras autoridades civis e militares, anunciou o período da época balnear para este ano: 15 de Maio a 18 de Outubro.

Apesar de o período já ter sido dilatado percebe-se que o produto dominante continua a não ser suficientemente valorizado.

Tem de haver pragmatismo na análise. Quem vem ao Algarve, onde Albufeira se insere, fá-lo por causa das praias e do clima, independentemente da altura do ano. Golfistas e outros que também nos visitam espreitam os momentos solarengos para ganharem algum bronze e, porque não, dar um mergulho.

O combate à sazonalidade passa, em primeiro lugar, pela mestria de tirar partido das potencialidades naturais e melhorar a eficácia do produto primário. Falta fazer muito neste campo. Contudo, no quadro actual, é possível melhorar a oferta.

Houve uma tentativa para os estabelecimentos da cidade estarem abertos, no período da época baixa, mas falta entender o interesse das praias emblemáticas do concelho manterem a operacionalidade dos respectivos apoios, durante o ano, com serviços reduzidos e taxas low cost no inverno.

Algumas concessões pertencem a bares ou restaurantes cuja capacidade de atrair clientela não é afectada com o mau tempo. Antes pelo contrário, a bravura do mar desperta afluência de público. Nestes casos, a viabilidade das explorações deve ser encarada num contexto de inter-partilha sustentável, sendo que as quebras de negócio dos apoios de praia não comprometem o sucesso económico das concessões.

Os visitantes, provenientes de realidades climáticas adversas, é que não podem deixar de ter segurança e sentirem-se defraudados, mormente nos dias solarengos de inverno, sob pena da inerente propaganda negativa reverter em prejuízo para o destino.


ATENÇÃO Á SEGURANÇA

Atenção à Segurança

15/11/2015

O Mundo está a mudar e a segurança pública nalgumas cidades europeias torna-se, cada vez, mais precária.

Portugal é um País periférico, com reduzido impacto mediático no contexto da Europa e do Mundo, o que terá, noutros tempos, salvado os portugueses da guerra.

Albufeira é uma Aldeia quando comparada com as grandes Cidades. No entanto, hoje, como destino turístico bastante conhecido, receptor de visitantes com nacionalidades diferentes, requer cuidados especiais em matéria de prevenção.

No âmbito da segurança e da reputação do destino, não é aconselhável concentrar no centro da cidade excesso de eventos públicos que promovam multidões exageradas.

Não se trata de radicalismo e estou consciente que os estabelecimentos devem ser alimentados de clientes. Contudo, uma boa parte da moldura humana nas ruas que constringe a circulação e não traz mais-valia, para os negócios estabelecidos, pode produzir efeito sugestivo a quem pretenda dar mediatismo internacional às suas causas.

O impacto mediático dos pequenos desacatos e da exposição de figuras com cuequinhas de renda é ínfimo, quando comparado com as repercussões que teria um hipotético ataque perpetrado, na baixa, por comando armado.


Não quero agoirar nenhum mau acontecimento. Mas, tal como a cheia que houve há dias, e as autoridades locais não previram, também nesta vertente, é preferível prevenir do que remediar.