segunda-feira, 24 de abril de 2017
sábado, 11 de março de 2017
Passeio
Marítimo para a Marina
11/03/2017
Ontem vi, aqui no Facebook, que a Administração da Marina
de Albufeira pretende concretizar uma das minhas aspirações, para a nossa
cidade. Uma via de ligação entre a Praia do Peneco e o Porto de Abrigo/Marina.
Esta notícia pode ser um bom princípio para Albufeira resolver
uma lacuna e crescer no rumo certo.
Tratando-se de projecto, a ser concretizado no espaço público/marítimo,
que altera o Outlook da frente de mar e requer pareceres das entidades tutelares,
deve ser colocado, também, à opinião pública, antes da análise ponderada e de
qualquer deliberação dos órgãos da Autarquia.
É importante que a obra não constitua mais um remendo,
para satisfazer interesses particulares. Passeio marítimo para a Marina. Albufeira
precisa, efectivamente, de melhorar acessibilidades, elevar o produto que
alimenta a principal vocação económica e eleger um ex-líbris benéfico para todos
e estruturante para a cidade, para a marina, e para o concelho.
De entre outras publicações, sobre este assunto, no meu blogue
www.albufeiranocoracao.blogspot.pt, aconselho a Vossa leitura de: Manifesto
Albufeira no Coração, de 25/04/2015 e Stock Financeiro Elevado, de 10/10/2016
quinta-feira, 9 de março de 2017
Liberdades
Democráticas em Risco.
09/03/2017
O
“bando” de ascendência soarista, com raízes socráticas e enxertos trotskistas/leninistas,
que governa Portugal, está a criar uma situação ainda mais grave que a
pré-bancarrota deixada pelos seus pares em 2011.
Já
não bastava o falhanço na vertente económica e o malabarismo orçamental, com as
contas públicas a revelar indicadores sustentados em mais impostos, calotes a
fornecedores e aumento da dívida pública, para, agora, também as liberdades
democráticas serem colocadas em risco.
Hoje,
vêem-se governantes e outros apêndices, imbuídos do poder, a quererem calar
instituições independentes, a se oporem à transparência de questões que pesam
no bolso dos contribuintes, a obstruírem a liberdade de expressão e a tentarem
iludir a opinião pública, com narrativas desonestas.
A
resposta firme, a este mau estar, vem do BCE, que mostra renitência na aquisição
de obrigações, e da desconfiança de credores que exigem juros mais altos.
Espanta-me
não ter havido, nos últimos tempos, sondagens de opinião sobre tendências de voto.
Não terá isto a ver com alguma frustração do chefe da “geringonça” por uma eventual
derrota mais explícita em eleições legislativas?
Como
negociador iluminado, terá percebido que a sua base de apoio não pode se
restringir a governantes, deputados e outros fiéis, cujos interesses são incompatíveis
com a franja da militância, séria, que já estará a levantar ferro, por não
tolerar a desonestidade e a submissão às esquerdas trotskistas e leninistas.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Estamos Em Ano de Eleições Autárquicas
28/02/2017
À
parte da contundência nas posições assumidas, a substância política não se encerra
em si mesma e há sempre a necessidade de fazer opções em função dos factos com
que nos confrontamos.
Estamos
em ano de eleições autárquicas e aproxima-se o tempo da discussão acesa, sobre as
propostas políticas.
Os
albufeirenses não podem colocar-se à margem deste processo e os sociais-democratas,
em particular, têm o dever de comprovar a sua união em torno do PSD.
O
acto reveste-se de grande importância, também, no contexto da política nacional,
e é a altura certa para os eleitores darem sentido ao seu voto com uma resposta,
inequívoca, à usurpação que foi perpetrada nas últimas eleições legislativas.
Há
arestas que precisam de ser limadas. A descrença de alguma franja do eleitorado
do concelho já devia ter sido remediada no âmbito político-partidário. É,
também, nesta perspectiva que importa, agora, apelar à mobilização social-democrata,
de modo a que o Partido possa vir a reforçar as suas posições, tanto a nível
local como nacional.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
Apelo à Cidadania.
11/01/2017
Em Espanha já há 2 sedes do
PSOE na mesma rua.
Atenção que isto também pode
acontecer por cá, tendo em conta o mau desempenho de algumas representações
partidárias, locais, quer na falta de vontade para angariar filiados novos,
como no secretismo antidemocrático que evidencia privilégios e interesses pessoais.
Por várias vezes tenho
denunciado esta situação, cujo mal não está nas organizações políticas. É sempre
das pessoas. Concretamente, dos dirigentes locais que, nalguns casos, se “auto
elegem”.
Nestas circunstâncias, renovo
o apelo à cidadania e à filiação nos partidos, para o povo contrariar, em sede
própria, as tendências negativas que prejudicam o engrandecimento da democracia
pluralista em Portugal.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
A Falta de Comparência.
09/01/2017
O Dr. António Costa tem andado a escapar-se entre as malhas.
Depois de ter sido número 2 do governo que levou Portugal à pré-bancarrota, em 2011, e, ainda assim, se ter arvorado em salvador da pátria, perante os seus pares, foi derrotado nas legislativas de 2015.
Para salvar a sua pele política, e na defesa exclusiva do interesse pessoal, assaltou o poder com a ajuda da esquerda parlamentar, o que se traduziu em prejuízos para o país e na mancha que ensombra a identidade do seu partido.
Já se tinha furtado a prestar homenagem ao Dr. Almeida Santos e agora pôs-se em fuga noutra viagem que acabou por coincidir com a triste ocorrência da morte do Dr. Mário Soares que todos já esperavam e era inevitável.
A falta de comparência do primeiro-ministro não é comparável com o facto do Dr. Mário Soares ter mantido uma viagem de estado, quando o seu filho sofreu um acidente em África. Se o filho tivesse morrido a viagem era abortada.
As sondagens têm-lhe sido favoráveis. Mas, também elas, são pouco fiáveis. Recolhem o sentimento do momento, enquanto a votação nas urnas espelha outra avaliação mais aprofundada sobre o histórico de factos políticos inerentes às candidaturas.
Partindo do princípio que os eleitores socialistas prezam os valores éticos e democráticos, e não se revêem nas desconsiderações do seu líder, estou em crer que, nas próximas legislativas, a subordinação do PS aos outros partidos da esquerda não vai ser suficiente para António Costa perpetrar novo golpe institucional e voltar a ser primeiro-ministro de Portugal.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
O Ano 2016 já lá vai … Agora temos 2017
03/01/2017
Estou em crer que o ano que já começou vai ser pródigo em eventos cruciais para a vida de muitos portugueses.
A nível local vamos ter eleições autárquicas que, apesar de mexerem com as máquinas partidárias, são mais da responsabilidade dos candidatos e da sua capacidade de apresentarem propostas para os concelhos.
Pena é que a selecção destes candidatos nem sempre cumpra a ética democrática e, nalguns casos, esteja recheada de batota política que começa na sonegação das representações partidárias e acaba no silêncio dos processos para a sua escolha por “eleição”. Nesta lógica percebe-se que ainda há um caminho a percorrer para a selecção dos candidatos autárquicos ser democrática.
No plano nacional, apesar dos afectos e da mensagem elogiosa do Senhor Presidente da República, o futuro não é risonho. O regozijo dos beneficiados pode murchar se haver consciência do aumento da carga fiscal e estes perceberem que, afinal, a farsa da “palavra dada, palavra honrada” não virou a página da austeridade.
Diz-se que a dívida pública é elevada, mas é preciso realçar que Portugal, em 2016, contraiu mais do dobro que em 2015, com as taxas de juro a subirem. A este ritmo, há a hipótese de os juros subirem ainda mais e dos títulos de dívida, que o país vai ter de continuar a emitir, deixarem de constituir garantia, para vir mais dinheiro.
Depois do governo anterior ter ultrapassado as dificuldades da bancarrota, deixada pelo PS, o país caminhava ao lado da Irlanda. Havia investimento, crescimento económico e oferta de trabalho. Entretanto, o golpe institucional de 2015, que se traduziu no assalto ao poder, provocou desconfiança, falta de investimento, anemia económica, e, ainda, resultou numa deriva para a Grécia, com a possibilidade de chegarmos à Venezuela.
Nestes tempos de reboliço e de cedências insustentáveis, tem havido emprego partidário. Todavia, as necessidades de funcionários nas escolas públicas são bem evidentes. Por outro lado, há dúvidas que a economia esteja a gerar postos de trabalho efectivos. A saída, mormente para os mais novos, continua a ser a emigração.
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