sábado, 11 de março de 2017


Passeio Marítimo para a Marina

11/03/2017

Ontem vi, aqui no Facebook, que a Administração da Marina de Albufeira pretende concretizar uma das minhas aspirações, para a nossa cidade. Uma via de ligação entre a Praia do Peneco e o Porto de Abrigo/Marina.

Esta notícia pode ser um bom princípio para Albufeira resolver uma lacuna e crescer no rumo certo.

Tratando-se de projecto, a ser concretizado no espaço público/marítimo, que altera o Outlook da frente de mar e requer pareceres das entidades tutelares, deve ser colocado, também, à opinião pública, antes da análise ponderada e de qualquer deliberação dos órgãos da Autarquia.

É importante que a obra não constitua mais um remendo, para satisfazer interesses particulares. Passeio marítimo para a Marina. Albufeira precisa, efectivamente, de melhorar acessibilidades, elevar o produto que alimenta a principal vocação económica e eleger um ex-líbris benéfico para todos e estruturante para a cidade, para a marina, e para o concelho.

De entre outras publicações, sobre este assunto, no meu blogue www.albufeiranocoracao.blogspot.pt, aconselho a Vossa leitura de: Manifesto Albufeira no Coração, de 25/04/2015 e Stock Financeiro Elevado, de 10/10/2016   

quinta-feira, 9 de março de 2017


Liberdades Democráticas em Risco.

09/03/2017

O “bando” de ascendência soarista, com raízes socráticas e enxertos trotskistas/leninistas, que governa Portugal, está a criar uma situação ainda mais grave que a pré-bancarrota deixada pelos seus pares em 2011.

Já não bastava o falhanço na vertente económica e o malabarismo orçamental, com as contas públicas a revelar indicadores sustentados em mais impostos, calotes a fornecedores e aumento da dívida pública, para, agora, também as liberdades democráticas serem colocadas em risco.

Hoje, vêem-se governantes e outros apêndices, imbuídos do poder, a quererem calar instituições independentes, a se oporem à transparência de questões que pesam no bolso dos contribuintes, a obstruírem a liberdade de expressão e a tentarem iludir a opinião pública, com narrativas desonestas.

A resposta firme, a este mau estar, vem do BCE, que mostra renitência na aquisição de obrigações, e da desconfiança de credores que exigem juros mais altos.

Espanta-me não ter havido, nos últimos tempos, sondagens de opinião sobre tendências de voto. Não terá isto a ver com alguma frustração do chefe da “geringonça” por uma eventual derrota mais explícita em eleições legislativas?

Como negociador iluminado, terá percebido que a sua base de apoio não pode se restringir a governantes, deputados e outros fiéis, cujos interesses são incompatíveis com a franja da militância, séria, que já estará a levantar ferro, por não tolerar a desonestidade e a submissão às esquerdas trotskistas e leninistas.      

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017


Estamos Em Ano de Eleições Autárquicas


28/02/2017

À parte da contundência nas posições assumidas, a substância política não se encerra em si mesma e há sempre a necessidade de fazer opções em função dos factos com que nos confrontamos.

Estamos em ano de eleições autárquicas e aproxima-se o tempo da discussão acesa, sobre as propostas políticas.

Os albufeirenses não podem colocar-se à margem deste processo e os sociais-democratas, em particular, têm o dever de comprovar a sua união em torno do PSD.

O acto reveste-se de grande importância, também, no contexto da política nacional, e é a altura certa para os eleitores darem sentido ao seu voto com uma resposta, inequívoca, à usurpação que foi perpetrada nas últimas eleições legislativas.

Há arestas que precisam de ser limadas. A descrença de alguma franja do eleitorado do concelho já devia ter sido remediada no âmbito político-partidário. É, também, nesta perspectiva que importa, agora, apelar à mobilização social-democrata, de modo a que o Partido possa vir a reforçar as suas posições, tanto a nível local como nacional.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Apelo à Cidadania.

11/01/2017

Em Espanha já há 2 sedes do PSOE na mesma rua.
Atenção que isto também pode acontecer por cá, tendo em conta o mau desempenho de algumas representações partidárias, locais, quer na falta de vontade para angariar filiados novos, como no secretismo antidemocrático que evidencia privilégios e interesses pessoais.
Por várias vezes tenho denunciado esta situação, cujo mal não está nas organizações políticas. É sempre das pessoas. Concretamente, dos dirigentes locais que, nalguns casos, se “auto elegem”.

Nestas circunstâncias, renovo o apelo à cidadania e à filiação nos partidos, para o povo contrariar, em sede própria, as tendências negativas que prejudicam o engrandecimento da democracia pluralista em Portugal. 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017


A Falta de Comparência.

09/01/2017

O Dr. António Costa tem andado a escapar-se entre as malhas.
Depois de ter sido número 2 do governo que levou Portugal à pré-bancarrota, em 2011, e, ainda assim, se ter arvorado em salvador da pátria, perante os seus pares, foi derrotado nas legislativas de 2015.  
Para salvar a sua pele política, e na defesa exclusiva do interesse pessoal, assaltou o poder com a ajuda da esquerda parlamentar, o que se traduziu em prejuízos para o país e na mancha que ensombra a identidade do seu partido.
Já se tinha furtado a prestar homenagem ao Dr. Almeida Santos e agora pôs-se em fuga noutra viagem que acabou por coincidir com a triste ocorrência da morte do Dr. Mário Soares que todos já esperavam e era inevitável.
A falta de comparência do primeiro-ministro não é comparável com o facto do Dr. Mário Soares ter mantido uma viagem de estado, quando o seu filho sofreu um acidente em África. Se o filho tivesse morrido a viagem era abortada. 
As sondagens têm-lhe sido favoráveis. Mas, também elas, são pouco fiáveis. Recolhem o sentimento do momento, enquanto a votação nas urnas espelha outra avaliação mais aprofundada sobre o histórico de factos políticos inerentes às candidaturas.
Partindo do princípio que os eleitores socialistas prezam os valores éticos e democráticos, e não se revêem nas desconsiderações do seu líder, estou em crer que, nas próximas legislativas, a subordinação do PS aos outros partidos da esquerda não vai ser suficiente para António Costa perpetrar novo golpe institucional e voltar a ser primeiro-ministro de Portugal.  

terça-feira, 3 de janeiro de 2017


O Ano 2016 já lá vai … Agora temos 2017

03/01/2017

Estou em crer que o ano que já começou vai ser pródigo em eventos cruciais para a vida de muitos portugueses.
A nível local vamos ter eleições autárquicas que, apesar de mexerem com as máquinas partidárias, são mais da responsabilidade dos candidatos e da sua capacidade de apresentarem propostas para os concelhos.
Pena é que a selecção destes candidatos nem sempre cumpra a ética democrática e, nalguns casos, esteja recheada de batota política que começa na sonegação das representações partidárias e acaba no silêncio dos processos para a sua escolha por “eleição”. Nesta lógica percebe-se que ainda há um caminho a percorrer para a selecção dos candidatos autárquicos ser democrática.
No plano nacional, apesar dos afectos e da mensagem elogiosa do Senhor Presidente da República, o futuro não é risonho. O regozijo dos beneficiados pode murchar se haver consciência do aumento da carga fiscal e estes perceberem que, afinal, a farsa da “palavra dada, palavra honrada” não virou a página da austeridade.
Diz-se que a dívida pública é elevada, mas é preciso realçar que Portugal, em 2016, contraiu mais do dobro que em 2015, com as taxas de juro a subirem. A este ritmo, há a hipótese de os juros subirem ainda mais e dos títulos de dívida, que o país vai ter de continuar a emitir, deixarem de constituir garantia, para vir mais dinheiro.
Depois do governo anterior ter ultrapassado as dificuldades da bancarrota, deixada pelo PS, o país caminhava ao lado da Irlanda. Havia investimento, crescimento económico e oferta de trabalho. Entretanto, o golpe institucional de 2015, que se traduziu no assalto ao poder, provocou desconfiança, falta de investimento, anemia económica, e, ainda, resultou numa deriva para a Grécia, com a possibilidade de chegarmos à Venezuela.
Nestes tempos de reboliço e de cedências insustentáveis, tem havido emprego partidário. Todavia, as necessidades de funcionários nas escolas públicas são bem evidentes. Por outro lado, há dúvidas que a economia esteja a gerar postos de trabalho efectivos. A saída, mormente para os mais novos, continua a ser a emigração.

sábado, 17 de dezembro de 2016

Candidatura para a Câmara de Lisboa
17/12/2016
ONTEM,  num fórum de diálogo sobre texto de António Almeida, relacionado com uma candidatura de Passos Coelho à Câmara de Lisboa escrevi: "O PSD tem se entendido bem com o CDS/PP. Nesta perspetiva julgo que a melhor forma de ultrapassar a questão de Lisboa seria negociar coligação e apoiar, sem complexos, a candidatura de Assunção Cristas que se chegou à frente. Dividir votos não garante a derrota de Medina que está instalado. Por outro lado, um eventual mau resultado do PSD isolado teria pior efeito político". HOJE, vi na primeira página de um jornal que o PSD quer negociar apoio a Assunção Cristas. No meu entender é uma boa decisão e estou convencido que vão-se entender. Assunção Cristas foi uma excelente ministra no governo de Passos Coelho e com este reforço tem condições para vencer Medina. O PS dá tudo aos partidos à sua esquerda, não vejo nenhum inconveniente que o PSD conjugue esforços com o seu parceiro natural. Não deve haver complexos nesta matéria. A eleição de Assunção Cristas para Lisboa, nestas condições, será uma vitória, também, para o PSD e para Passos Coelho.