quinta-feira, 30 de junho de 2016

SANÇÕES DA UNIÃO EUROPEIA

Sanções da União Europeia

18/05/2016

Por mais que alguns queiram tapar o sol com a peneira, dizendo que as eventuais sanções da UE se devem ao desempenho do governo anterior, os factos são incontornáveis e os dados estatísticos falam por si.

Com todas as dificuldades, também sofridas pelos portugueses, Portugal recuperou da bancarrota de 2011. Baixou o défice de 11 para menos de 3%. E, em 2015 já havia sinais de esperança.

Se agora há problema no défice é devido às opções da geringonça, nomeadamente com a oferta do Banif.

Não acredito que as dúvidas da UE tenham a ver com o governo anterior, cuja execução mereceu reparos positivos de diferentes quadrantes. Só em Portugal, alguns, não entenderam que uma situação de insolvência trás sacrifícios.


Na minha opinião, as actuais preocupações das instituições europeias residem na falta de garantias e no descrédito do actual governo da geringonça, cujas previsões falharam, como já se esperava !!!

BREXIT

BREXIT

24/06/2016

Concluída a votação do referendo, os britânicos vão sair da União Europeia.

Apesar de o resultado não ser inesperado as divisões internas não podem deixar o povo britânico satisfeito. Há o risco do Reino Unido se desagregar, a avaliar pela vontade da Escócia e da Irlanda do Norte.
 
A União Europeia tem agora um caminho a percorrer, no sentido de melhorar as políticas e assegurar o bom funcionamento das suas instituições, para evitar o contágio a outros estados-membros e promover a coesão.
Como primeiro resultado, sabe-se já que os mercados bolsitas reagiram mal.
As boas relações entre Portugal e o Reino Unido não serão afectadas. Ainda assim, já ninguém estava habituado às limitações na circulação de pessoas, capitais e mercadorias, na Europa.

A previsível queda da libra esterlina e a dificuldade dos portugueses emigrarem para a Grã-Bretanha serão questões a considerar.

A FACTURA CHEGA A TODOS

A Factura Chega a Todos
 
20/06/2016

Apesar de se dizer por aí que Portugal está mais alegre, a falta de honestidade política e a dissonância partidária não deixam o país sorrir. 

Os premiados com pequenos engodos tardam a perceber que o dinheiro não cresce nas árvores e o que está a acontecer neste país não é uma situação nova. Protagonistas do mesmo desígnio político já concluíram este trajecto sujo, noutras latitudes, e as consequências foram devastadoras.

Enquanto Portugal vai se endividando, com os juros a subirem, vale a pena rever um pouco do seu historial, na certeza de que a factura chega a todos.

Em 2011, o governo corrompido do Eng. José Sócrates, depois de ter levado o país à bancarrota, já em gestão corrente, viu-se obrigado a pedir e negociar a ajuda financeira, indispensável, para o Estado não entrar em incumprimento. Em resultado das eleições legislativas, que tiveram lugar a seguir, foi empossado o governo da coligação PSD/CDS, cuja missão era cumprir os acordos que os socialistas tinham assumido com as instituições que resgataram Portugal.

A governação, super vigiada por auditores das entidades credoras, não foi tarefa fácil e nem tudo correu sobre rodas. A austeridade, iniciada no referido governo de Sócrates, não pôde ser removida e criou sérias dificuldades aos portugueses. Apesar de tudo, a coligação PSD/CDS cumpriu o mandato e venceu, de novo, as últimas legislativas. O povo premiou a mestria do Dr. Pedro Passos Coelho, que, à frente do seu executivo, terminou o ajustamento com sucesso, lançou novas sementes de esperança, e credibilizou Portugal.
Em 2015, a guinada política que alterou o quadro parlamentar e produziu o actual governo, voltou a empurrar o país para os piores lugares dos rankings. Ninguém de bom senso entende o “patriotismo” de quem apoia as facetas do líder socialista. Não percebe a recusa do PS em aceitar e admitir, tanto a derrota eleitoral como o seu passado tenebroso, muito menos, pode concordar com a ousadia desta geringonça que está a reverter a consolidação que Portugal vinha alcançando desde 2014.

Há o risco do país não aguentar este embuste. As debilidades evidentes e o previsível agravamento da crise na União Europeia, com a eventual saída do Reino Unido, são motivos que devem preocupar os portugueses.

  

NÃO É HONROSO HIPOTECAR O FUTURO DA NAÇÃO

Não é Honroso Hipotecar o Futuro da Nação

15/06/2016

Apesar de as taxas de juro já serem negativas, o investimento estagnou e a economia patina. Os volumes de imparidades e de crédito malparado que fazem furor na banca e o índice do desemprego a penalizar o rendimento das famílias comprovam a decadência.

Quando tudo fazia crer que Portugal tinha recuperado da bancarrota de 2011, e já estava a voltar à normalidade, foi empossado um governo, com apoio parlamentar duvidoso, cuja acção se limita a reverter medidas, colocar boys, e a distribuir esmolas por uma clientela determinada a estoirar os cacos que ainda restam.

Os maus indicadores confirmam a falta de confiança dos investidores e o país empobrece a cada dia que passa. Já há quem apele a consensos, porventura, na tentativa de arranjar cúmplices para as contrariedades. O Primeiro-Ministro, com a arrogância que lhe é peculiar, também entrou neste baile para dizer que o PSD precisa de tempo.

Recorde-se que já o anterior Presidente da República tinha lançado o mesmo apelo, noutras circunstâncias, e, a PàF, depois de vencer as últimas legislativas, também se disponibilizou a sacrificar a sua vitória eleitoral, para negociar um acordo de governo, em nome do interesse nacional.

Foi tudo recusado, com indolência e falta de sentido de estado! Toda a gente percebeu que o “Impetuoso lutador” tinha de ser coroado, a qualquer custo.

O PSD não precisa de tempo. No actual quadro político, tem mais do que legitimidade para exercer oposição firme aos devaneios deste governo e já deu provas da sua capacidade para assumir outras responsabilidades. Assim a via democrática o requeira.  

A seu tempo, os portugueses que ainda estão apáticos, perceberão que não é honroso hipotecar o futuro da Nação.


quarta-feira, 1 de junho de 2016

CONGRESSO NACIONAL DO PS

Congresso Nacional do PS

01/06/2016

O Congresso do Partido Socialista está marcado para os dias 3, 4 e 5 deste mês. Este evento assume ainda mais relevância política, devido à manigância contra-natura que esteve na base da formação do actual governo.

O Partido Socialista perdeu as eleições legislativas e o seu líder, que já havia trucidado o ex-secretário-geral e se arvorou em conquistador, estaria arruinado, politicamente, não fosse a facilidade de se contradizer e se vergar perante os comités da esquerda radical.

Nunca antes, a falta de vergonha de um político derrotado em eleições, tinha se tornado tão evidente.  


Apesar de o “vira-casaquismo” ser a regra de protagonistas que não prestigiam o sistema partidário e de uma alta dirigente já ter apelado às “pessoas normais”, o PS tem gente séria, nas suas fileiras, que não se revê na narrativa falaciosa, traçada pelo seu líder, e acredito nas virtualidades do debate democrático.

terça-feira, 31 de maio de 2016

SANÇÕES DA UNIÃO EUROPEIA

Sanções da União Europeia

18/05/2016

Por mais que alguns queiram tapar o sol com a peneira, dizendo que as eventuais sanções da UE se devem ao desempenho do governo anterior, os factos são incontornáveis e os dados estatísticos falam por si.

Com todas as dificuldades, também sofridas pelos portugueses, Portugal recuperou da bancarrota de 2011. Baixou o défice de 11 para menos de 3%. E, em 2015 já havia sinais de esperança.

Se agora há problema no défice é devido às opções da geringonça, nomeadamente com a oferta do Banif.

Não acredito que as dúvidas da UE tenham a ver com o governo anterior, cuja execução mereceu reparos positivos de diferentes quadrantes. Só em Portugal, alguns, não entenderam que uma situação de insolvência trás sacrifícios.


Na minha opinião, as actuais preocupações das instituições europeias residem na falta de garantias e no descrédito do actual governo da geringonça, cujas previsões falharam, como já se esperava !!!

FUNDOS DO PORTUGAL 2020

Fundos do Portugal 2020

15/05/2016

A partir deste mês, as Autarquias têm uma pilha de massa à sua disposição.

E, em Albufeira, … quais sãos os projectos?

Têm havido sessões de esclarecimento, dirigidas ao tecido empresarial, mas a grande carência prioritária é de investimento público.

No contexto do turismo, Albufeira precisa de melhorar as condições do produto, para a marca agradar, ainda mais, aos seus visitantes e contagiar investidores.

O grande volume de taxas e impostos que é gerado no concelho, mormente devido à vocação turística, não pode deixar de justificar esta prioridade.https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4b/Euro_banknotes_2002.png

Reitero a vantagem que era a Autarquia ter indagado, na panóplia de fundos, os que lhe assentam melhor, e já ter submetido projectos a consulta pública e à apreciação das entidades tutelares, respectivas, para estar agora em condições de apresentar candidaturas.

Muitos dos bloqueios que atrofiam o concelho eram ultrapassáveis se houvesse pragmatismo. O processo público é, por norma, moroso e os passos inerentes à responsabilidade da Autarquia já deviam ter sido dados. Por sua vez, a iniciativa privada, que tem outra agilidade, conseguia fazer a sua parte, em tempo útil, com mais garantias de sucesso.

Ainda está tudo em aberto. Porém, o tempo não pára e há o receio de Albufeira não aproveitar a oportunidade de desenvolver o seu território e comprometer o futuro da sua economia.