sexta-feira, 2 de outubro de 2015

ELEIÇÕES LEGISLATIVAS 2015




30/09/2015, Eleições Legislativas – 2015

No próximo de 4 de Outubro, vamos todos ser chamados a decidir, sobre o futuro do nosso País, para os próximos 4 anos.

Portugal esteve na iminência de ser declarado falido, no primeiro trimestre de 2011. Foi a 3ª.vez, desde o 25 de Abril, que um governo socialista conduziu o País a tamanha dificuldade.

A dificuldade financeira foi ultrapassada com um resgate no valor imensurável de 78 mil milhões de euros cujo memorando, negociado pelo governo do PS já em gestão corrente, contemplava a supervisão apertada dos credores (Troika).

O governo PSD / CDS-PP, saído das eleições de 7 de Junho de 2011, recebeu o País com a notação de lixo e um défice que não parava de subir devido às más opções políticas do seu antecessor e ao volume de dívida escondida.

Nestas condições, a austeridade era inevitável.

Apesar de o governo da coligação já ter resolvido muitos problemas do passado, o ajustamento ainda não está concluído. Todavia, Portugal está a cumprir o contrato que foi assumido com os credores, sem precisar de ajuda adicional, e garantiu credibilidade nos mercados para colocar dívida soberana a taxas dignas.

Lembrar-se-ão que o actual secretário-geral do PS, candidato a primeiro-ministro, nestas eleições, foi número 2 dos governos que estão na base das dificuldades, ainda hoje, sentidas pelo povo.

Com a situação controlada e melhorias à vista, o que já foi confirmado pela Standard & Poor`s, faço votos para que o caldo não se entorne, no dia 4 de Outubro, e o esforço dispendido pelos portugueses não seja posto em causa.    


HC/.

A INTENTONA DO PEC IV

25/09/2015, A Intentona do PEC-IV

Contrariamente aos planos anteriores, o PEC IV não foi negociado com o maior Partido da oposição, nem era do conhecimento do Senhor Presidente da República. Foi acordado com as Instituições Europeias e com a Senhora Merkel que aparentava se encantar com o “charme” do Eng. José Sócrates.
Uma vez apresentado na Assembleia da República, encarapuçado de moção de confiança do governo, revelava 2 objectivos do Eng. Sócrates.
O primeiro era esfrangalhar o PSD.
O segundo, caso não passasse, era o primeiro-ministro pedir a demissão ao Senhor Presidente da República, tal como fez, e quem viesse atrás que fechasse a porta.
Mas o Eng. Sócrates avaliou mal a situação. Os investidores externos, à medida que a dívida se vencia, resgatavam e não reinvestiam. Eram os bancos domésticos que estavam a ir aos leilões, com empréstimos do BCE, que a dada altura também pediu reforço de garantias. Os bancos não tinham condições para prestar as referidas garantias, ou seja fazer aumentos de capital, e os banqueiros, unanimemente, disseram ao ministro das finanças para pedir de imediato a ajuda externa.
O País estava pura e simplesmente na bancarrota, sem recursos para cumprir os compromissos correntes e, desta forma, foi o governo socialista, já em gestão corrente, que teve de pedir o resgate no valor de 78 mil milhões de euros e negociar o respectivo memorando que contemplava a supervisão dos credores (Troika).
Se os PEC`s não tivessem sido interrompidos, Portugal teria de ser resgatado da mesma forma. A dificuldade de se financiar nos mercados tornava o serviço da dívida mais oneroso e não nos livrávamos, tão cedo, da supervisão externa.
Em conclusão os portugueses estavam, hoje, em piores condições, tal como sucede aos gregos, independentemente dos resultados de sufrágios eleitorais.
           
HC/.


CAMPANHA LEGISLATIVAS 2015



24/9/2015 – Campanha, Legislativa, 2015

Neste período de campanha eleitoral vêem-se por aqui muitas reivindicações e promessas. Na minha opinião, o enfoque devia centrar-se, mais, no debate sobre a política económica e o crescimento do produto interno bruto.

Não é sério exagerar numa pretenciosa partilha de recursos que a economia não gera, quando falta baixar a percentagem da dívida para Portugal se precaver da ferocidade dos mercados.

HC/.


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

GUISADO ADULTERADO

Post “Albufeirenses Genuínos – Grupo AG”

O “Guisado Adulterado” está a ficar interessante!

16/08/2015

No dia 12/08/2015 relatou-me um Amigo que tinha sido adicionado a um grupo fechado, denominado “Albufeira e o Futuro”. Fui indagar sobre o assunto e, de facto, verifiquei um vasto número de pessoas adicionadas ao referido grupo, pelo seu administrador. Como é uma questão que me interessa não hesitei em solicitar a minha inclusão. O meu pedido esteve pendente durante um dia, mas capitulou em 14/08/2015. Para obviar incertezas reformulei-o e há dois dias que aguarda a sua sorte, o que já não me deixa dúvidas de ter sido indeferido.

Saliento que a minha intenção visava dar contributo à terra que me viu nascer, mas fui impedido de exercer essa liberdade.

Os administradores de grupos fechados terão o direito de escolher e de banir os aderentes. Porém, quando está em causa o futuro da nossa terra, não é justo excluir um único albufeirense, que seja, independentemente do contributo que este possa dar.

Mas este “guisado adulterado” sugere-me outras dúvidas!


Estará o administrador verdadeiramente interessado no futuro de Albufeira? Porquê a censura? Seja qual for a sua condicionante não devia remeter-se à negação silenciosa. Sou apologista da frontalidade e defensor intransigente da transparência.

Mormente nos aspectos que têm a ver com pessoas a responsabilidade das atitudes não pode deixar de ser assumida com clareza!

Não é por acaso que tenho publicado muito sob o lema “Dever de Falar Claro”.

Mas há outros factos que merecem análise. O administrador escolheu intuitivamente a encenação de um hipotético teleférico, para ilustrar a página. Entendeu, portanto, que era a melhor forma de simbolizar o futuro de Albufeira. Entretanto, tendo eu colocado um post, neste grupo, a dizer que fui a primeira pessoa a falar e a escrever sobre o referido teleférico, logo, veio a terreiro agradecer ao autor da fotografia, e, ao mesmo tempo, manifestar o seu repúdio por uma eventual construção para este tipo de equipamento.

Afinal em que ficamos? Quantas vezes por dia, é que o administrador muda de casaca? O facto de já não estar de acordo com o outlook que abonou à página é, no mínimo, desorientador para os membros do grupo.

Nestas condições, terá este senhor credibilidade para liderar uma discussão séria sobre o futuro da nossa terra? Deixo o assunto à Vossa consideração!

Aquele Abraço.        
   

   

ALBUFEIRENSES GENUÍNOS (?)

Post “Albufeirenses Genuínos – Grupo AG”

Balanço e Considerações.

07/07/2015

Passada uma semana desde a minha última publicação, nesta plataforma, é altura de fazer balanço e voltar à antena.

Assim, começo por agradecer às Amigas e ao Amigo que tiveram a gentileza de manifestar o seu agrado pelo meu post de 30/06/2015. Agradeço também a todos os que leram sem se revelarem e, ainda, àqueles cujos likes, eventualmente, tenham sido removidos ou ocultados.

Registei a falta de orientações da administração do Grupo, para as quais também tinha apelado, e assisti a um incompreensível incómodo devido à limpeza da plataforma que só pecou por tardia. Aliás, é justo referir que a estrutura melhorou no aspecto informativo e na lisura dos posts e dos comentários.

Porque a falta de transparência levou-me à evidência e porque o meu carácter impede-me de desistir, gostaria ainda de fazer outras considerações relacionadas com o nome do Grupo e com os seus estatutos:

1 – A designação “Albufeirenses Genuínos – Grupo AG” é instigadora de focos de tensão. Para o Grupo AG, pessoas oriundas de outras paragens, que vivem no concelho, são “cidadãos bastardos”. Mas os seus filhos que aqui nasceram são cidadãos genuínos. No seio dos “cidadãos ilegítimos”, que já lhes pesa o fardo de não poderem conviver com as recordações da infância, haverá talentos que também gostariam de publicar e de mostrar as suas capacidades na Plataforma de Comunicações da terra que adoptaram como sua. Para estes, a interdição será frustrante.

2 – Albufeira tem sabido receber bem quem vem de fora e não me parece correcto que venha alguém forçar divisões com uma estrutura que devia ser unificadora. Muitos albufeirenses também optaram por outras terras do nosso País. Outros emigraram. O melhor que pode acontecer a todos é sentirem-se integrados e não descriminados.

3 – Em relação aos estatutos, concordo com a proibição de textos sobre política partidária. Porém, limitar a liberdade de expressão, em questões que têm a ver com a vida da nossa terra, não faz sentido. A política é omnipotente e está intrinsecamente ligada aos assuntos e às conversas. Na observação de uma imagem ou de fotografia também há leituras políticas, … e poderia continuar. Não vejo que haja mal nisso. Antes pelo contrário, os inerentes fóruns de diálogo serviriam para enriquecer consciências e para pressionar quem tem o remédio para curar alguns males.

Apesar de tudo, garanto-vos que continuarei a andar por aqui, como albufeirense sem rótulo, interessado na defesa da Nossa Terra e dos seus valores.

Um Grande Bem-Haja, para TODOS!

VIVA ALBUFEIRA   

ALBUFEIRENSES GENUÍNOS

Post – Grupo “Albufeirenses Genuínos”
  
30/06/2015

Ao verificar que a forma como vinha apresentando os destaques diários do meu blogue, induzia a que alguns entrassem de imediato no blogue, sem lerem o conteúdo seleccionado, alterei o look das apresentações.

Estou longe de ser hábil nesta tecnologia e apresento, humildemente, as minhas desculpas pelo eventual incómodo operacional.

Ao longo do dia de ontem li, nesta plataforma, alguns comentários de pessoas que detestam política. Respeito as suas posições, mas espero que a vontade das maiorias seja sempre respeitada no meu País e que o regime democrático se fortaleça.

Meus Amigos, - Tudo é política. A política é omnipotente. O que vos apresento são ideias e factos relacionados com a nossa terra, que também será política!

Mas não é política partidária!

De acordo com os valores que defendo, fazer política partidária, neste caso, seria abster-me de comentários sobre a realidade e ser conivente.

Muitos leram sem se revelar! Outros não tiveram medo!

Só voltarei a publicar se verificar que há essa vontade expressa dos Amigos do Grupo e dos seus Administradores.
   
Para todos, o meu Bem-Haja!


VIVA ALBUFEIRA   

MERECIDA HOMENAGEM

Post “Albufeirenses Genuínos – Grupo AG”
 
Merecida Homenagem
   
29/06/2015
 
Há dias, ao ler o conteúdo do diálogo estabelecido num fórum de grupo público fechado, constatei a deselegância com que uma senhora foi tratada, por dizer que Albufeira estava descaracterizada.

A Senhora não disse nada que não corresponda à realidade. Revelou ao seu interlocutor que já vinha a Albufeira antes de ele ter nascido e esforçou-se por mostrar-lhe que conhecia a cidade.

Disse-lhe que jogou bilhar no Bailote e que tinha tido um tio médico que não era o Calaça. Deu-lhe todas as dicas, mas não resultou.

Como a conversa já estava a ficar chata, com oferta de visitas guiadas pelo meio, a Senhora disse ao seu interlocutor que não queria continuar com aquele triste diálogo e pediu-lhe para também parar.

Sabendo de quem se tratava, fiz um like no comentário da Senhora e deixei o meu depoimento. Como o conteúdo não terá agradado ao referido interlocutor, o fórum de diálogo foi removido do sistema sem deixar rasto.

É uma atitude indigna que só pode contribuir para assanhar, ainda mais, os que vêem a realidade.

Mas esta novela sugeriu-me evidenciar factos que estão na memória dos albufeirenses: O avô e o pai desta Senhora, que merece todo o respeito, nasceram em Albufeira.

Seu pai rumou a Lisboa com tenra idade, para tirar um curso de comércio. Fez-se Homem e, dotado de capacidades ímpares, tornou-se empreendedor de nomeada.

Fez fortuna em Portugal e na Bélgica.

Nunca deixou de vir a Albufeira, onde teve uma Fábrica de Xarope e Farinha de Alfarroba a laborar até à década de 70. No inicio dos anos 60, mandou construir o Hotel Sol e Mar e um prédio de apartamentos para o pessoal, no Largo da Meia Laranja. Obras de que certamente se orgulhava, mas que já não inaugurou.

Foi um grande impulsionador do turismo em Albufeira. Sabe-se que tinha em carteira outros projectos de vulto, mas a vida foi-lhe roubada e também Albufeira ficou a perder. Estou a falar de ANTÓNIO JOAQUIM VINHAS CABRITA, a quem Albufeira deve uma merecida homenagem!



Henrique Coelho